Mitologia Nórdica
A mitologia nórdica sobrevive principalmente através de fontes islandesas escritas nos séculos XIII e XIV — a Edda em Prosa, atribuída a Snorri Sturluson (c. 1220), e a Edda Poética, uma coletânea de poemas mais antigos preservados em manuscrito. Ambas foram registradas por autores cristãos, séculos depois da conversão da Escandinávia, o que molda como a tradição chegou até nós.
- OdinO Pai de Todos — sabedoria, guerra, poesia e magia.
- ThorO deus do trovão — força, proteção e o martelo Mjölnir.
- LokiO trapaceiro — astúcia, ambiguidade e a morte de Baldr.
- FriggA rainha de Asgard — presciência, casamento e maternidade.
- FreyjaA deusa Vanir — amor, magia seiðr e o salão Fólkvangr.
- FreyrO deus Vanir — fertilidade, prosperidade e o navio Skíðblaðnir.
- TyrO deus da justiça — lei, coragem e o sacrifício da mão.
- HeimdallO vigia dos deuses — guardião da Bifröst e o chifre Gjallarhorn.
- BaldrO deus mais belo e amado — sua morte e o caminho para o Ragnarök.
- NjordO deus Vanir do mar — navegação, riqueza e o casamento com Skadi.
- IdunA guardiã das maçãs douradas — juventude, sequestro e resgate.
- SkadiA giganta do inverno — vingança, esqui e o casamento com Njord.
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Perguntas frequentes
- As fontes sobre mitologia nórdica são contemporâneas à época viking?
- Não inteiramente. As principais fontes escritas — a Edda em Prosa e a Edda Poética — foram registradas na Islândia dos séculos XIII e XIV, várias gerações após a conversão ao cristianismo, por autores cristãos preservando uma tradição oral pré-existente. Isso significa que os textos que temos hoje já carregam alguma distância e reinterpretação em relação à prática religiosa viking original.